O que é Sobrenatural?
Andamos por aqui polemizando sobre alguns temas – notadamente as piores características do brasileiro. Sobre o meu último artigo, houve respostas cujos detentores, sem réplica, consideraram-se “vencedores” – de uma briga inexistente – e não vou negar-lhes a ilusão. Deixo aqui claro que meu ataque é a idéias e posturas. Uma vez sendo estas mudadas, meus ataques cessarão. Mas enquanto isto não acontece, permaneço no front de batalhas das idéias.
Mas hoje, talvez, o meu artigo tenha um tom que desagrade menos à maioria (e isto muito me entristece), mas é necessário, porque toda a argumentação, na verdade, tem sido apoiada sobre princípios de ciência. E aqui reside um ponto cujo estabelecimento de bases é assunto da mais alta importância, e imprescindível para minhas atividades enquanto colaborador da Teia Cultural.
Por este motivo, o presente artigo será longo. Quem tiver preguiça de ler poderá considerá-lo cansativo e não lê-lo até o final – ou o fazer de modo descompromissado. Se assim o fizer, não há razão para tecer considerações, num intento de discussão ou resposta. Em troca do tom mais brando, garanto a mim o direito de não mais me preocupar um mínimo sequer em lhes parecer arrogante, unicamente pela segurança com que afirmo meus raciocínios. Não venho confraternizar, mas para expor opiniões que sirvam a um fim maior: questionar pontos que considero importantes.
Dito isto, começaremos com uma pergunta trivial e que, ao mesmo tempo, tem a capacidade de nos levar a questionamentos fundamentais sobre o que é ou não científico: “O que é Sobrenatural?”
A palavra foi criada – e tem sido utilizada – no sentido de classificar aquilo que estaria fora das leis naturais. Todos os fenômenos estranhos, inexplicados por alguns, jamais testemunhados por alguns outros, mas relatados e documentados fartamente são reputados sobrenaturais. Ora, tudo o que ocorre na natureza deve ocorrer segundo leis que permitam a sua manifestação. Trovões, relâmpagos, auroras boreais e austrais, terremotos, eclipses, o vôo de um avião visto pelos primeiros camponeses: todos os fenômenos para os quais não possuíamos explicação, eram, de imediato, revestidos de mitos e lendas, numa tentativa – nem sempre bem-sucedida – de aproximá-los das nossas vias de percepção e da nossa capacidade de abstração.
Este foi o processo utilizado por Freud, por exemplo, ao criar a Psicanálise: uma série de comportamentos isolados foram revestidos com nomes e estórias da mitologia grega e, assim, tendo dado nome a tudo – como observa o Dr. Levindo Melo -, garantiu ao vulgo uma sensação de familiaridade com a descrição do que foi nomeado, dando a falsa segurança de que as origens daqueles comportamentos era, então, conhecida e provada: “isto é um Complexo de Édipo”, ou “O bebê sente prazer sexual ao mamar no seio da mãe” e pronto – ninguém questiona como se chegou a tal conclusão, e se os métodos de investigação foram válidos, ou mesmo se a lógica foi respeitada nas inferências. O que muitos não sabem é que o próprio Freud, atormentado pelos complexos por ele nomeados, tendo mantido um caso amoroso com uma de suas filhas, tendo a outra fugido para não ter o mesmo fim; apaixonado pela mãe, competindo com o pai pela sua genitora e recebendo em troca o ódio por parte do próprio pai, enfim, era, ele, Freud, um grande atormentado que retratou seus tormentos íntimos em uma doutrina que tenta fazer parecer que o transtornos por ele causados a si mesmo e à sua família eram normais e comum a todos – e todos aceitaram ser monstruosos como o próprio Freud os queria, para se entir fazendo parte de uma normalidade bestial.
A postura de Freud poderia até ser considerada semelhante àquela adotada pelos povos primitivos, diante das manifestações supranormais (vide Ernesto Bozzano): colocar a roupagem dos mitos e das lendas sobre manifestações do Espírito humano, travestindo-os em terríveis quimeras. Porém, as motivações são diferentes: os primitivos, tentavam entender, enquanto Freud tinha a clara intenção de se esconder, mesmo que para isso fosse necessário perturbar a Humanidade.
Contudo, o fato permanece: não importa as motivações para se sustentar um ou outro modo de lançar vistas sobre o mundo que nos rodeia, os fenômenos que ocorrem na natureza não podem ser nada além de naturais. E, como tais, não dependem da nossa avaliação para existir, tampouco para acontecer. Enquanto espécie, somos fenômeno novo no planeta. A história do globo que habitamos nos é incógnita. Mais ainda a do próprio Universo e, embora tentemos e façamos os nossos maiores esforços para tal, não temos fatos o suficiente para descartar as possibilidades de haver vida inteligentemente organizada em outros planetas, tampouco os fatos nos autorizam a descartar a possibilidade de sobrevivermos à morte e nos comunicarmos com os que ainda aqui vivem, como a vasta documentação da Society for Psychical Research (Londres), da American Society for Psychical Research (Nova York), bem como os dados acumulados de forma independente por pesquisadores como Alexander Aksakof (Conselheiro do Czar Russo), Gustave Geley (Fundados do Instituto Iternacional de Metapsíquica de Paris), Ernesto Bozzano (Professor de Lógica na Universidade de Turim), Cesare Lombroso (criador da Antropologia Criminal, tendo-a ele mesmo declarado ultrapassada e insuficiente), Oliver Lodge (Reitor da Universidade de Birmingham), e tantos outros, finalmente, nos autoriza a afirmar e levar adiante tais investigações.
Quando se fala em Leis Naturais é preciso manter firme a certeza de que não as conhecemos todas, uma vez que ainda há fenômenos ocorrendo a todo instante cujas causas nos são imprecisas, diáfanas e, até desconhecidas. Logo, o fato de um fenômeno ser natural não implica na falsa noção de que suas leis nos sejam conhecidas – e há uma grande diferença entre estes dois pontos. As operações naturais constuam ser enquadradas naquele rol de acontecimentos que ocorrem dentro do nosso universo sensorial – ligando a condição de existência de algo no mundo aos nossos sentidos. Tal postura é uma ilusão criada por nós e, deste modo, excluímos de nossa análise, por muito tempo, coisas hoje bem simples, como a existência da atmosfera com os seus gases; do átomo e suas partículas que negam o próprio nome a ele dado; da radiação; das forças magnéticas; da esfericidade da Terra. Todos estes fatos, hoje irrefutáveis, tiveram sua realidade rechaçada pelos tribunais do Santo Ofício, pelas Academias Científicas e pelo vulgo, creditando na conta da História o que podemos perceber a olhos nús: a comprovação de que a Ciência Acadêmica é muito diferente da Ciência Experimental – e que nem sempre aquela é baseada nesta – e que, tal qual as religiões, as Academias sustentam em seus conteúdos programáticos, misturadas a conhecimentos de ordem experimental, uma série de crenças pseudo-científicas, que ignoram, em sua maioria, o valor da experimentação. E o problema é que as teorias erigidas sobre essas crenças nos são passadas, em sua grande parte, como sendo verdades universais.
Um fato será sempre um fato, por mais que as teorias vigentes negem a sua existência. A Terra sempre foi redonda, não importa quantas pessoas tivessem de ser queimadas nas fogueiras católicas para convencer a massa do contrário, a Terra continuava sendo redonda. E o fato não mudou: a Terra, malgrado alguns ainda insistentes, continua sendo redonda. Desculpem-me a repetição, mas fatos dos mais estranhos a nós – e estranhos porque não estamos familiariados com a real possibilidade de que eles estejam inseridos no rol dos fenômenos naturais – negam as mais elaboradas teorias do conhecimento e da realidade.
Tal é, por exemplo, o caso das pirâmides que, construídas nas proporções devidas, posicionadas de modo correto em relação aos pontos cardeais, desidratam a matéria orgânica e recuperam o fio de lâminas de barbear, e que foram usadas por muito tempo na Rússia, durante a Guerra Fria e devido à escassez de recursos, para manter afiadas as suas lâminas. A informação se encontra no livro “Experiências Psíquicas Além da Cortina de Ferro”, das jornalistas norte-americanas Sheila Ostrander e Lynn Schroeder. Por mais que se pestaneje, que se diga que isto é loucura, lá está sempre ele, o fato, incólume e alheio à nossa vontade, afirmando-se axiomaticamente como único guia confiável da real Ciência. E malgrado as opiniões contrárias e as crenças que afirmam ser isto impossível, as pirâmides, construídas de tal modo, orientadas em tal direção, promovem o fenômeno ainda inexplicado nos corpos posicionados à altura correta em seu interior.
A Ciência não pode ser erigida sobre dogmas – tampouco sustentada por pessoas que ignoram os seus métodos e a sua história. Darwin, por exemplo, apresentou o resultado de observações ainda incompletas e apressadamente arrumadas, ao perceber que Alfred Russel Wallace possuía as mesmas idéias. Este último, ao ter enviado uma carta a Darwin, falando do seu intento em publicar um artigo sobre a capacidade dos seres em promover transformações para adpatar-se ao meio em que vivem, fez com que o chamado mestre evolucionista abandonasse suas observações e enviasse também o seu artigo ao jornal inglês. O tal jornal recebeu o artigo de ambos ao mesmo tempo e, por alguns palitos mexidos, e pela escolha do editor, Darwin foi coroado como o rei do evolucionismo – legando uma teoria cheia de lacunas jamais por ele esclarecidas – e que foram questonadas e investigadas por Russel Wallace – e que os brasileiros que a sustentam jamais estudaram, enquanto a Europa já vê surgir em diversos países, a conclusão de que Darwin não constitui mais uma resposta satisfatória aos problemas da evolução humana.
Isto para mostrar que os fatos deveriam sempre ser postos à frente das teorias, e não é o que acontece. Se um fato se manifesta na Natureza, é porque dela faz parte, embora – ao contrário do que pregamos por aí – a nossa compreensão do mundo real seja ilusória, uma vez que nossos cinco sentidos ordinários têm funcionamento instável, por vezes intermitente e frequentemente débil, mesmo em relação a outras espécies. Nossa audição não é tão aguçada, nossa visão não é tão penetrante, nosso olfato não é tão sensível, nosso tato não é tão responsivo e nosso paladar não é tão apurado o quanto pensamos ou gostaríamos que fossem – tampouco são suficientes para investigar toda a realidade.
Nossa visão depende daquilo que a luz a ela pode levar: informações. Tire-se a luz et voilá, estamos cegos. Mesmo quando ela está presente, não nos traz toda a informação contida nos objetos: escapam-nos o infravermelho, o ultravioleta, a polaridade magnética dos corpos. Isto para citar alguns dos fluidos cuja existência conseguimos atestar. Nada nos autoriza a excluir a existência de outros que atualmente o vulgo considera “sobrenaturais”, como o fluido ódico de Reichembach, o fluido magnético do Coronel Albert de Rochas, a polarização de Hippolite Baraduc, os fluidos cósmico, vital, perispiritual e espiritual de Allan Kardec, o Ectoplasma de Charles Richet (prêmio Nobel de medicina e fisiologia), também estudado por Marie Curie (prêmio Nobel de Física e Química) e seu marido, Pierre Currie (prêmio Nobel de Química).
Vale aqui, então, lembrar um outro ponto fundamental: o fato de desconhecermos algo, não significa dizer que ela não exista – salvo no que tange à realidade concebida por cada um. Neste sentido, os infelizes brasileiros, para quem os cientistas de Alma-Ata, no Kazaquistão, em afirmação ao pesquisador Henrique Rodrigues, “ainda precisam das religiões”, engatinham. Falam do que não conhecem, enaltecendo reis que já foram depostos em seus próprios palácios, aos quais não conheceram, a cujos traços biográficos sequer tiveram acesso. Baseiam-se no que ouviram na escola primária, da boca de professores em sua maioria despreparados, que falam do (carente de bases lógicas) Big Bang, em que um mitológico “ovo cósmico primoridal” explode há alguns bilhões de anos, resultando desta explosão – um evento caótico por si só – uma ordem universal e inteligente.
O que há, então, já não é mais o Sobrenatural, mas o desconhecido, ou aquilo que opera sobre leis que desconhemos, como o era a propulsão a vapor, negada em finais do Séc. XIX, a circulação sanguínea, considerada uma heresia quando proposta, e mesmo a osmose. Fenômenos naturais, tidos como absurdos apenas porque nenhum dos seus críticos havia se dado ao trabalho de verificar sua existência de acordo com experimentações práticas formuladas com o intuito de confirmar ou refutar a sua ocorrência.
Ora, por um fato estar na ordem natural das coisas, isso não implica que seja desprovido de inteligência – e nós somos a prova viva disso: existimos no planeta. Seres inteligentes, inteligência cuja origem cerebral, diga-se de pasagem, jamais foi provada. “Mas há exames, que mostram a reação do cérebro a estímulos, e reação localizada em certas áreas”. Então porque temos documentação tão vasta e comprovada de experiências sensoriais tidas como impossíveis, nos fenômenos chamados “Fenômenos de Quase-Morte”? Como explicar que um ser, deitado em sua mesa de cirurgia, anestesiado, descreva a cirurgia realizada em seu próprio corpo, vista do teto da sala (sem espelho, diga-se de passagem)? Ou como explicar que um sujeito nesta mesma condição, ou em estado de coma, relate acontecimentos ocorridos mesmo distantes do hospital em que está?
Mesmo o conceito de morte ou vida vegetativa tem sofrido questionamentos diante de novas evidências (veja aqui) e que nos levam a questionar violentamente a extirpação de órgãos para doação nos transplantes – uma vez que esta deve ser feita com o organismo ainda apresentando sinais vitais. Neste ponto de vista, o ato de extirpar órgãos pode estar não salvando uma vida e aproveitando o que uma outra não levou adiante, mas, pelo contrário, eliminando uma vida (ou seja, assassinando-a) para que outra seja beneficiada, em uma espécie de “vampirismo médico”, única e exclusivamente pelo ponto central desta discussão: ignorância.
O sobrenatural sempre será alimentado pela ignorância das leis naturais que regem a ocorrência dos fatos como tais reputados. Não é um ponto de fé, tampouco matéria “que não se discute”, como se diz por aí de política e religião. Se esta tem governado o psiquismo das pessoas e aquela é a base da vida e desenvolvimento sociais, é mais que urgente que sejam diariamente discutidas e questionadas. Não podemos mais continuar tratando os que estudam e se dedicam a compreender as diferenças entre sua área de conhecimento e outras como se fossem “violentos”, “revoltados”, “agressivos”, ou mesmo “frustrados”. Isso é infantilidade e só denota um pensamento fraco, débil e carente de lógica e raciocínio. Os que assim procedem, assemelham-se a incultos camponeses que, cheios de terror por ignorar as causas de um relâmpago no meio do seu campo de cultivo, correm para dentro de suas casas, pedindo a um deus proteção, ou acusando as nuvens de serem demônios violentos, quando a natureza está apenas a fazer aquilo que faço aqui todo o tempo e que tanto incomoda: trazer a nu os fatos.
Notamos que todos os cientistas que se dedicaram ao estudo dos fenômenos espiríticos foram sumariamente renegados pelas academias às quais pertenciam. Quando Sir William Crookes, uma das glórias da ciencia bretã, anunciou que iria se dedicar a estudar tais fenômenos, todos se regozijaram, dizendo que “finalmente, um cientista de verdade vai desmascarar as fraudes”. Afirmaram isso, porque nenhum outro conseguiu. Todos aqueles que se dedicaram a conseguir tal resultado, falharam neste intento – tendo a maioria saído dos laboratórios de pesquisas afirmando a realidade dos mesmos. E quando Crookes saiu dos laboratórios afirmando serem reais fenômenos como a psicocinese, a levitação e a materialização de Espíritos que aqui viveram, imediatamente o homem que era considerado por todos como o mais capaz, foi chamado de louco. E vem a pergunta: louco porquê?
Só porque o resultado apresentado como parecer das suas investigações contrariava as vontades das academias, tal como aconteceu com Giordano Bruno, Galileu Galilei, Kepler, Sir Isaac Newton e tantos outros? Não podemos mais permitir que pensadores – como eu o sou, porque me esforço para estudar sobre o que falo muito mais do que a maioria dos que me criticam – sofram tentativas de incineração em fogueiras de ignorância só porque a opinião que apresentam concorda com os fatos e revela aquilo que de mais podre o brasileiro tem: a sua própria natureza.
Brasileiros fazem parte da escória do mundo sim. Não todos, é verdade. Mas a grande maioria, que pertence às massas que votam nos mesmos políticos que lhes roubam os bolsos, a liberdade e a dignidade após cada eleição; que não discutem o pensamento religioso que seguem e que lhes tira o poder de reagir com raciocínio claro aos estupros perpetrados nas sacristias e não cobram que os destruidores de futuro respondam pelos seus atos. Fazem parte da escória por alimentar uma televisão que só os estiola intelectualmente, retornando a sua audiência com animais da savana africana toda sexta-feira no Globo Repórter, tratando quase todo jornal como se fosse uma “revista eletrônica”; quando admiram e invejam uma classe social supostamente mais esclarecida e enriquecida ao vê-la, pela televisão ou ao vivo, atropelar, fuzilar, humilhar pessoas indefesas, após consumir variadas drogas.
Sim, o Brasil termina sendo, infelizmente, uma escória. Não porque eu o quero, mas porque ele assim se faz todos os dias, sustentado por pessoas que têm uma atitude ignorante, medieval e perversa de condenar quem raciocina, e não reagir diante de quem não apresenta nada que possa lhe estimular o raciocínio.
Vamos deixar de lado as inconsistências de “meu neo”, ou “perdi tempo com você, Marcelo”, e partir para discussões sobre os fundamentos dos pensamentos expostos. Não pensem os senhores críticos que escrevo este artigo em resposta a eles: mesmo que vocês não existissem, a minha crítica continuaria sendo tão ferrenha, digna, incisiva e inteligente o quanto é agora. Devo, sim, a mim mesmo e a três grandes homens, bem como a quem continua o trabalho do terceiro e aos Espíritos que me ajudam, a minha clareza de raciocínio: Jesus, Allan Kardec e Carlos Bernardo Loureiro.




Resumidamente, mais do que o altercador merece:
1. Obrigado por me considerar “vitorioso” sem que eu mesmo o tenha feito.
2. As tragédias pessoais das pessoas e/ou figuras históricas não comunicam a sua produção intelectual. Não vou argumentar porque você não ouve mesmo.
3. Se você não viu meus argumentos e, portanto, não os contestou, azar.
4. A comunidade científica tem seus próprios métodos de aferição empírica, se você é dado ao sobrenatural e paranormal que estude mais e faça à humanidade o favor de trazer as teorias para o campo prático.
5. Aprecio sua modéstia quanto ao seu critério de “inteligente”;
6. Mas a recuso quanto à qualificação de “ignorante”.
7. Considerei que perdi tempo com você (embora você diga que não, porque vocẽ teria dedicado o tempo ao exercício do seu raciocínio) porque este exercício eu faço com pessoas melhores.
Próximo!
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